Cinco carros que mais desvalorizaram no Brasil e perderam até R$ 60 mil em um ano

Levantamento mostra quedas expressivas na tabela Fipe entre 2025 e 2026

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Cinco carros que mais desvalorizaram no Brasil e perderam até R$ 60 mil em um ano

Foto de Divulgação / Crédito: Luis Andreoli

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A desvalorização segue como um dos principais pontos de atenção para quem compra um carro zero quilômetro no Brasil. Um levantamento recente aponta que alguns modelos perderam até R$ 60 mil em apenas um ano, com média de queda próxima dos R$ 40 mil.
 
Mesmo com a ideia de que carros chineses desvalorizam mais, a lista mostra que modelos de marcas tradicionais também aparecem entre os que mais perderam valor.
 
Confira os destaques:
 
GAC Hyptec HT Elite 2025 — queda de 20,2%
 
 
O SUV elétrico lidera a lista com a maior desvalorização.
 
O modelo saiu de R$ 299.990 e hoje aparece na Fipe por R$ 239.391, acumulando perda de R$ 60.599.
 
A queda é explicada pela baixa confiança do mercado, rede ainda em expansão e menor liquidez no segmento de usados, além do preço elevado.
 
JAC Hunter HD 2.0 2025 — queda de 17,9%
 
 
A picape perdeu R$ 46.577 no período, caindo de R$ 259.990 para R$ 213.323.
 
Com apenas 408 unidades vendidas em 2025, o modelo sofre com baixa aceitação e enfrenta forte concorrência de picapes consolidadas como Hilux, Ranger e S10.
 
Ram Rampage R/T 2026 — queda de 16,3%
 
 
A versão mais esportiva da picape perdeu R$ 44.062, passando de R$ 269.690 para R$ 225.628.
 
A desvalorização ocorre principalmente porque o público prefere as versões turbodiesel, que são mais procuradas no mercado.
 
Volkswagen Tiguan Allspace R-Line 2025 — queda de 16%
 
 
O SUV registrou perda de R$ 47.982, saindo de R$ 299.990 para R$ 252.008.
 
Além da concorrência forte, o modelo enfrenta resistência por conta da motorização atual, considerada menos potente que a anterior.
 
Hyundai HB20S Platinum 1.0 Turbo 2026 — queda de 15%
 
 
Mesmo sendo um modelo popular, o sedã perdeu R$ 20.322, indo de R$ 135.310 para R$ 114.988.
 
O resultado é influenciado pela alta oferta no mercado e pela forte concorrência no segmento, além de um histórico recente de desvalorização.

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